Guia
Como ter delivery próprio.
Do primeiro link ao cliente que volta.
O passo a passo para montar o delivery do seu restaurante, do cardápio com link até a recompra, sem largar o marketplace.
Atualizado em 5 de outubro de 2026
Resposta curta: para ter delivery próprio, você precisa de um cardápio digital com link para receber os pedidos, uma área e uma taxa de entrega definidas, alguém para entregar, embalagem que segure a comida e um jeito organizado de levar o pedido até a cozinha. Depois vem o trabalho de todo dia: divulgar o link nos seus canais e fazer o cliente pedir de novo. Dá para começar pequeno e manter o marketplace para ser encontrado por gente nova.
O Sai Pedido junta cardápio, pedidos, taxa de entrega por região e rota para o seu entregador por R$ 180 por mês, com tudo incluído e sem fidelidade. Teste 15 dias grátis.
Quero testarO que é delivery próprio e por que montar o seu
Delivery próprio é quando o cliente pede direto do seu restaurante, pelo seu link, e não por uma plataforma no meio do caminho. O pedido não paga a comissão do marketplace, o contato do cliente fica com você e quem decide taxa, área, promoção e horário é você.
Em troca, a responsabilidade é sua: alguém precisa entregar, e o cliente só pede se souber que o seu link existe. Por isso o delivery próprio dá mais certo como um canal a mais, crescendo ao lado do marketplace, e não como uma troca de um dia para o outro.
Como montar delivery próprio: o passo a passo
- Tenha um cardápio digital com link.
- Defina a área e a taxa de entrega.
- Escolha quem vai entregar.
- Acerte a embalagem.
- Organize como os pedidos chegam e vão para a cozinha.
- Divulgue o link onde o seu cliente já está.
- Faça o cliente pedir de novo.
- Mantenha o marketplace para ser encontrado.
1. Tenha um cardápio digital com link
É a porta de entrada. O cliente abre o link no celular, escolhe e envia o pedido já escrito, com endereço e observação. Ninguém anota pedido por mensagem no meio do pico, que é onde nascem os erros: endereço incompleto, item esquecido, troco errado.
Na hora de escolher, confira se o cliente consegue pedir sem baixar aplicativo, se o cardápio abre rápido no 4G e se você consegue pausar um item que acabou sem depender de ninguém.
2. Defina a área e a taxa de entrega
Comece pelo tempo que a sua comida aguenta. Marmita e pizza seguram mais que batata frita e sorvete. Desenhe uma área em que o pedido chegue bom e só depois aumente.
Você pode cobrar por bairro, que é fácil de explicar para o cliente, ou por raio de distância, que fica mais justo quando os bairros são grandes. Nos dois casos, a taxa precisa cobrir o custo da entrega naquele trecho. Entrega grátis pode ser promoção para os bairros mais perto ou acima de um valor de pedido, não a regra para todo mundo.
Combine também um tempo estimado honesto para cada região. Prometer 30 minutos e entregar em 60 custa mais caro que avisar 50 desde o início.
3. Escolha quem vai entregar
Existem três caminhos, e dá para misturar mais de um conforme o dia da semana:
| Opção | Como funciona | Ponto de atenção |
|---|---|---|
| Entregador da casa | Faz parte da equipe, com escala fixa, e conhece os bairros e a casa. | Custa o mesmo na terça parada e na sexta cheia, e envolve as obrigações de qualquer contratação. Faz sentido quando o volume é constante. |
| Freelancer por turno ou por entrega | Você chama para os dias e horários de mais movimento e paga pelo período ou por entrega. | A disponibilidade varia. Combine antes valor, horário e quem responde se algo der errado no caminho. |
| Empresa ou aplicativo de entrega | Você chama a entrega quando o pedido fica pronto e paga por corrida. | O custo de cada corrida precisa caber na taxa. O entregador não conhece a casa, então embalagem e lacre importam ainda mais. |
Seja qual for a escolha, junte entregas da mesma região numa viagem só sempre que o tempo permitir. Se o pagamento é na entrega, o entregador sai com maquininha e troco.
4. Acerte a embalagem
É a primeira coisa que o cliente vê do seu delivery. Ela precisa manter a temperatura, não vazar e chegar fechada.
- Separe quente e frio: salada e refrigerante não viajam colados no prato quente.
- Fritura precisa respirar: embalagem totalmente fechada deixa a batata murcha.
- Use lacre, para o cliente saber que ninguém abriu o pedido no caminho.
- Nos pedidos do seu canal, um adesivo ou cartão com o link e o QR code facilita o próximo pedido.
5. Organize como os pedidos chegam e vão para a cozinha
O delivery desanda quando o pedido chega por cinco lugares diferentes: telefone, mensagem, balcão, marketplace. O ideal é tudo cair numa tela só, com aviso sonoro, e uma pessoa responsável por aceitar.
Depois de aceito, o pedido precisa chegar na cozinha sem ser copiado à mão: impresso na hora ou numa tela da cozinha. Assim ninguém reescreve pedido na sexta à noite, e o que o cliente pediu é exatamente o que a cozinha lê.
6. Divulgue o link onde o seu cliente já está
No começo, quem pede pelo delivery próprio é quem já conhece a casa. Leve o link até essa pessoa:
- Instagram: link na bio e nos stories com a foto do prato do dia.
- WhatsApp: link na mensagem de saudação, no status e na resposta para quem pergunta o cardápio.
- Google: link de pedido no perfil da empresa, com o horário de funcionamento sempre atualizado.
- Salão e balcão: QR code na mesa, no caixa, no cardápio impresso e na sacola de quem retira.
Um cupom de boas-vindas dá o motivo para o primeiro pedido. E divulgue sempre: um post só não ensina ninguém a pedir pelo link.
7. Faça o cliente pedir de novo
O maior ganho do delivery próprio é o cliente que volta. Cada pedido pelo seu link deixa nome, telefone e histórico, e com isso dá para agir:
- Cupom para quem não pede há um mês.
- Cashback: uma parte do valor volta como crédito para a próxima compra.
- Promoção na terça parada, enviada para quem já pediu antes.
Mande mensagem só para quem aceitou receber, e sem exagero: mensagem demais vira bloqueio.
8. Mantenha o marketplace para ser encontrado
O marketplace traz gente que ainda não conhece o seu restaurante; o canal próprio é onde quem já conhece pede direto. Manter os dois é o caminho mais seguro, principalmente no começo.
Para não virar bagunça, conecte os canais para que os pedidos de todos caiam na mesma tela. E para saber quanto do faturamento fica com a plataforma hoje, use a calculadora de taxas de marketplace.
Atenção às regras do marketplace: não coloque folheto, cupom ou QR code do seu canal dentro dos pedidos que chegaram pela plataforma, porque isso pode violar as regras dela. Divulgue o canal próprio no salão, no balcão, no Instagram, no WhatsApp e no Google.
Erros comuns de quem começa o delivery próprio
- Área grande demais logo no início. A comida chega fria e a primeira impressão fica ruim.
- Taxa de entrega que não paga a entrega. Cada pedido longe vira prejuízo sem você perceber.
- Pedido anotado à mão no pico. Endereço errado, item esquecido e cozinha tentando ler letra apressada.
- Divulgar uma vez e parar. O cliente precisa ver o link várias vezes até criar o hábito.
- Abrir sem testar. Faça pedidos de teste com a equipe e com amigos para ver o caminho inteiro, do link até a porta do cliente.
Como o Sai Pedido ajuda no delivery próprio
O Sai Pedido é um sistema de cardápio digital e pedidos para restaurante. Ele entra nestes passos do guia:
- Cardápio com link: link próprio, com fotos e as cores do restaurante, que abre no navegador de qualquer celular, sem baixar aplicativo. Em poucos minutos o cardápio está no ar, e o item que acabou sai do ar com um toque.
- Área e taxa: taxa e tempo de entrega por bairro ou por raio de distância.
- Entrega: o sistema junta pedidos da mesma região numa viagem só, e o entregador sai com a rota pronta e marca a entrega.
- Pedidos e cozinha: painel em tempo real com aviso sonoro, impressão automática assim que você confirma, tela da cozinha e controle de caixa.
- Divulgação: o mesmo link vai para o Instagram, o WhatsApp e o Google.
- Recompra: base de clientes com nome, telefone e histórico, disparo de mensagens para quem não pede há um mês, cupons e cashback.
- Marketplace: integração com iFood, 99Food e Keeta, com os pedidos de todos os canais na mesma tela.
O preço é R$ 180 por mês, com tudo incluído, e você testa por 15 dias grátis antes de assinar. Veja mais sobre o delivery próprio no Sai Pedido e o que entra em Planos.
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Quero testarPerguntas frequentes
Dúvidas sobre delivery próprio
Como começar um delivery próprio do zero?
Comece com um cardápio digital com link, uma área de entrega pequena e uma taxa por bairro. Garanta alguém para entregar nos horários de pico e divulgue o link para quem já é seu cliente no salão, no Instagram e no WhatsApp.
Preciso ter entregador fixo?
Não. Dá para começar com freelancers ou com empresas de entrega que cobram por corrida, e contratar entregador fixo quando o volume ficar constante. O importante é ter alguém disponível no horário de pico.
Posso ter delivery próprio e continuar no iFood?
Pode. O marketplace ajuda a ser encontrado por clientes novos, e o canal próprio serve para quem já conhece a casa pedir direto. Com os canais integrados, os pedidos dos dois caem na mesma tela.
Como divulgar o delivery próprio?
Coloque o link na bio do Instagram, no status e na mensagem de saudação do WhatsApp e no perfil da empresa no Google. No salão e no balcão, use QR code. Um cupom de boas-vindas ajuda a puxar o primeiro pedido.
Quanto custa ter delivery próprio?
Os custos principais são o sistema de pedidos, a entrega, a embalagem e a divulgação. No Sai Pedido, o sistema custa R$ 180 por mês, com cardápio, delivery, painel, cozinha, caixa e entrega incluídos, e dá para testar por 15 dias grátis.
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